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	<description>Consultoria e Treinamento em Saúde</description>
	<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 02:16:57 +0000</pubDate>
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		<title>Tempo de amamentação de crianças nascidas em hospitais Amigo da Criança é maior</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 13:22:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adm.fabiano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[No Brasil, 335 hospitais já tem a placa de Hospital Amigo da Criança concedida pela OMS e Unicef. Semana Mundial de Aleitamento Materno começou neste domingo (1º).

Pesquisa inédita do Ministério da Saúde mostra que bebês nascidos nos hospitais Amigo da Criança são amamentados por mais tempo e de forma mais adequada
 
Atualmente, 335 instituições possuem essa credencial conferida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>No Brasil, 335 hospitais já tem a placa de Hospital Amigo da Criança concedida pela OMS e Unicef. Semana Mundial de Aleitamento Materno começou neste domingo (1º).</p></blockquote>
<p><span id="more-115"></span><br />
Pesquisa inédita do Ministério da Saúde mostra que bebês nascidos nos hospitais Amigo da Criança são amamentados por mais tempo e de forma mais adequada<br />
 <br />
Atualmente, 335 instituições possuem essa credencial conferida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Este ano, a Semana Mundial de Aleitamento Materno – que começa neste domingo (1) e vai até o próximo sábado (7) – tem como tema essa iniciativa, ressaltando a importância da forma de atuação desses hospitais para o cuidado da saúde das crianças e das mães brasileiras.<br />
Os resultados da pesquisa, realizada pelo Ministério da Saúde em 2008, mostram que o índice de bebês que mamaram na primeira hora de vida foi de 71,9%, nos hospitais Amigo da Criança, enquanto entre as crianças nascidas em outras maternidades a taxa foi de 65,6%. Essa diferença de 6,3% representa cerca de 190.000 crianças que estão sendo beneficiadas a cada ano com essa prática, que além de promover a interação entre mãe e filho, diminui a mortalidade no período neonatal.<br />
Entre os menores de um ano nascidos em um hospital Amigo da Criança, 79,3% haviam sido amamentados no dia anterior ao inquérito. Entre os nascidos em outras maternidades, a taxa foi de 75,8%.</p>
<p>“A diferença parece pouco, mas é muito expressiva, estamos falando aqui de milhares de crianças que foram amamentadas por mais tempo porque suas mães foram sensibilizadas sobre a importância do aleitamento materno e tiveram o apoio da equipe hospitalar para que a amamentação tivesse sucesso”, diz a coordenadora de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, Elsa Giugliani.<br />
A pesquisa consultou pais ou responsáveis de mais de 120 mil crianças menores de um ano de 254 municípios, incluindo todas as capitais e o Distrito Federal.<br />
As instituições que adotam a Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC) precisam cumprir os Dez Passos Para o Sucesso da Amamentação, que incluem a capacitação de toda a equipe que presta atendimento integral às mães durante e após o parto. O objetivo da IHAC é criar e manter um ambiente de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno.</p>
<p>Como observa Elsa Giugliani, pesquisas internacionais comprovam a importância do contato pele a pele durante a primeira hora de vida. Segundo ela, a amamentação na primeira hora de vida pode reduzir em até 22% o índice de mortalidade neonatal. “Um dos passos a serem cumpridos por um Hospital Amigo da Criança é colocar o bebê em contato pele a pele com a mãe logo depois do parto e não separar mais os dois. Isso fortalece o vínculo afetivo entre mãe e filho, propiciando uma relação mais saudável, explica Giugliani.</p>
<p>ALIMENTAÇÃO IDEAL – O leite materno é considerado um alimento completo, que age como uma “vacina natural” ao proteger o bebê de diferentes doenças. Também melhora a saúde da mãe ao reduzir risco de diabetes e de câncer de mama e ovário. Por isso, especialistas recomendam que a alimentação nos primeiros seis meses de vida seja constituída exclusivamente de leite materno.<br />
 <br />
A pesquisa do Ministério da Saúde aponta que 50% dos bebês com até seis meses, nascidos em hospitais Amigo da Criança, foram alimentados somente com leite materno. Nas outras maternidades, esse índice foi de 46%. Depois dos seis primeiros meses de vida da criança, devem ser incluídos, na dieta dos pequenos, os alimentos complementares como frutas, legumes, cereais e carnes. E a amamentação deve ser mantida até os dois anos ou mais.<br />
CAMPANHA – Idealizada pela Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno (WABA), ocorre desde 1991 em todo o mundo. Este ano, o tema escolhido para a Semana é a “Iniciativa Hospital Amigo da Criança” e a sua importância para a criança, a mãe, a família e o próprio hospital. Desde 1992, o Ministério da Saúde vem incentivando a implementação da IHAC em todo o País, com o apoio do Unicef. No decorrer de toda a semana serão veiculadas peças publicitárias como spots de rádio, filmes, cartazes e folderes conscientizando a população sobre a importância do aleitamento materno.<br />
 <br />
A campanha desse ano começa no domingo (01/08). A Secretaria de Saúde do Distrito Federal promoverá uma caminhada em Brasília na qual serão distribuídos panfletos e cartazes orientando as mães a ter uma amamentação mais tranquila e prazerosa. Ao longo da semana, serão veiculadas peças gráficas, spots de rádio e filmes para a TV.<br />
Nesta segunda-feira, em Recife, será o lançamento nacional da campanha do Ministério da Saúde em parceria com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e com o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP). A coordenadora da Saúde da Criança do Ministério da Saúde Elsa Giugliani vai participar do evento.<br />
Além do apoio na gestação, no parto e no puerpério (pós-parto), a IHAC inclui a promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno após a alta da mãe. “Os hospitais Amigo da Criança devem orientar as mães quanto aos locais onde elas podem tirar as suas dúvidas, serem tratadas se houver intercorrências ou simplesmente serem ouvidas, cuidadas, apoiadas”, conta Elsa Giugliani. Esses locais compreendem bancos de leite, unidades de saúde e até grupos de mães, nas comunidades, para a troca de ideias e experiências.<br />
 <br />
DEZ PASSOS – Para se tornar um Hospital Amigo da Criança (HAC) a instituição deve cumprir os dez passos considerados fundamentais para a garantia do sucesso da amamentação:</p>
<p>1. Ter uma política de aleitamento materno escrita, que seja rotineiramente transmitida a toda equipe de cuidados de saúde.<br />
2. Capacitar toda a equipe de cuidados da saúde nas práticas necessárias para implementar esta política.<br />
3. Informar todas as gestantes sobre os benefícios e o manejo do aleitamento materno.<br />
4. Ajudar as mães a iniciar o aleitamento materno na primeira meia hora após o nascimento do bebê.<br />
5. Mostrar às mães como amamentar e como manter a lactação, mesmo se vierem a ser separadas dos filhos.<br />
6. Não oferecer a recém-nascidos bebida ou alimento que não seja o leite materno, a não ser que haja indicação médica.<br />
7. Praticar o alojamento conjunto, permitindo que mães e bebês permaneçam juntos 24 horas.<br />
8. Incentivar o aleitamento materno sob livre demanda.<br />
9. Não oferecer bicos artificiais ou chupetas a crianças amamentadas.<br />
10. Promover grupos de apoio à amamentação e encaminhar as mães a esses grupos na alta da maternidade</p>
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		<title>SAÚDE MENTAL</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 19:16:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adm.fabiano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Propostas aprovadas na conferência reforçam modelo do Brasil na atenção psiquiátrica

Participantes decidem pela criação de grupos de ajuda mútua, ampliação da rede psicossocial e experiência obrigatória de recém-formados no SUS. Votação terminou de madrugada
Nove anos depois de ser implementada, a Reforma Psiquiátrica brasileira ganhou novo fôlego após a realização da IV Conferência Nacional de Saúde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Propostas aprovadas na conferência reforçam modelo do Brasil na atenção psiquiátrica</p></blockquote>
<p><span id="more-114"></span><br />
Participantes decidem pela criação de grupos de ajuda mútua, ampliação da rede psicossocial e experiência obrigatória de recém-formados no SUS. Votação terminou de madrugada<br />
Nove anos depois de ser implementada, a Reforma Psiquiátrica brasileira ganhou novo fôlego após a realização da IV Conferência Nacional de Saúde Mental – Intersetorial (IV CNSM-I), em Brasília. As propostas aprovadas pelos participantes reforçam o modelo de serviço aberto e humanizado, adotado pelo Ministério da Saúde, para atender pessoas com transtornos mentais. Ao todo, 1.235 sugestões foram analisadas por mais de mil pessoas, entre especialistas, pacientes e familiares. A votação terminou na madrugada desta sexta-feira (2).<br />
A criação de grupos de ajuda mútua de doentes mentais foi uma das decisões de destaque. Inspirada em experiências internacionais bem-sucedidas, a proposta baseia-se em encontros de até 20 usuários do serviço de saúde mental para discutir sobre as adversidades do dia a dia e como enfrentá-las. Um projeto-piloto já foi desenvolvido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e contou com financiamento do Ministério da Saúde. Foram repassados, neste ano, R$ 181 mil para a UFRJ promover as reuniões e capacitar os próprios pacientes a atuar como líderes das discussões.<br />
Ao integrar um grupo de apoio, a pessoa com transtorno mental começa a estabelecer vínculos e fortalece as amizades. “Esse suporte emocional rompe com o autoisolamento do paciente e contribui com a reabilitação dele. É um dos dispositivos mais eficazes no acompanhamento contínuo de casos graves”, avalia o coordenador de Saúde Mental do Ministério da Saúde, Pedro Gabriel Delgado.<br />
AVANÇOS – A IV CNSM-I também aprovou a expansão da rede de Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Hoje, são 1.541 em todo o País – o equivalente a 0,63 para cada grupo de 100 mil habitantes. A cobertura é considerada boa, de acordo com parâmetros internacionais. Agora, a meta será ampliar a quantidade de CAPS III, que funcionam 24 horas para acolher, inclusive, usuários em crise.<br />
Os CAPS garantem um atendimento comunitário a pessoas que sofrem de problemas como esquizofrenia e transtornos de ansiedade ou de adaptação. O tratamento, que envolve o convívio familiar e a socialização do paciente, vem substituindo gradualmente o modelo manicomial, que implica o isolamento característico dos hospitais psiquiátricos. Essa mudança foi determinada pela Lei 10.216, de 2001.<br />
Por unanimidade, os delegados da conferência votaram a favor de uma proposta que impede a revisão dessa lei. “Todos [os participantes] rejeitam qualquer retrocesso que possa haver nas conquistas alcançadas pela Reforma Psiquiátrica. O nosso desafio é fortalecer a rede psicossocial e, para os casos de internação, aumentar os leitos psiquiátricos em hospitais gerais, que estão perto da comunidade”, sublinha o coordenador de Saúde Mental, Pedro Gabriel Delgado.<br />
FORMAÇÃO – Uma das sugestões que deverão ser incluídas no relatório final conclusivo da IV CNSM-I é a de que recém-graduados em áreas relacionadas à saúde mental atuem na rede pública por um período pré-determinado. A proposta inclui brasileiros formados em instituições públicas e particulares. Eles poderão entrar em contato com os CAPS ou participar da atenção básica por meio das equipes da Estratégia Saúde da Família.<br />
“A intenção é aumentar a presença de psiquiatras, psicólogos e demais profissionais do setor em áreas como a Amazônia, onde o acesso ao serviço de saúde mental ainda não é o ideal”, explica Delgado. A prestação desse tipo de serviço no Sistema Único de Saúde (SUS) precisa ser regulamentada em conjunto pelos ministérios da Saúde e Educação.<br />
Todos os itens aprovados na conferência vão constar do relatório conclusivo do evento. Esse documento deve balizar as novas ações que passarão a integrar a Política Nacional de Saúde Mental.<br />
 <br />
Diego Iraheta, da Agência Saúde</p>
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		<title>ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA</title>
		<link>http://multiplasaude.com.br/2010/07/assistencia-farmaceutica/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 14:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adm.fabiano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Ministério da Saúde inclui dois novos medicamentos na lista das drogarias conveniadas com governo.
 
Desde maio, o programa Aqui Tem Farmácia Popular oferecerá sinvastatina, contra o colesterol, e insulina para o diabetes. Acesso a anti-hipertensivos com desconto cresceu 78% em dois anos
O Ministério da Saúde vai incluir mais dois medicamentos no programa Aqui Tem Farmácia Popular, parceria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Ministério da Saúde inclui dois novos medicamentos na lista das drogarias conveniadas com governo.</p></blockquote>
<p> </p>
<p><span id="more-113"></span>Desde maio, o programa Aqui Tem Farmácia Popular oferecerá sinvastatina, contra o colesterol, e insulina para o diabetes. Acesso a anti-hipertensivos com desconto cresceu 78% em dois anos<br />
O Ministério da Saúde vai incluir mais dois medicamentos no programa Aqui Tem Farmácia Popular, parceria do governo federal com drogarias comerciais que vendem remédios por um preço mais em conta - com até 90% de desconto. A partir de maio, os estabelecimentos conveniados estão autorizados a oferecer sinvastatina, usada no tratamento da dislipidemia (colesterol ruim), e a insulina regular para o diabetes. A portaria que determina a inclusão dos remédios foi assinada nesta segunda-feira (26) pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão.<br />
O investimento do Ministério para garantir a venda dos dois medicamentos nas drogarias parceiras será de R$ 44,6 milhões ao longo deste ano. “Estamos ampliando o acesso a remédios essenciais para tratar doenças crônicas e frequentes na população. É mais uma forma de assegurar o atendimento integral à saúde do paciente, reduzindo os custos para ele”, enfatiza o ministro.<br />
A inclusão dos medicamentos é anunciada por ocasião do Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão. A sinvastatina reduz o nível de colesterol ruim e triglicerídeos, melhorando o fluxo sanguíneo. Isso diminui o risco de hipertensão arterial, de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e de infarto.<br />
“A comunidade científica reconhece a eficácia da sinvastatina na prevenção de problemas cardiovasculares e mortes. O uso dessa medicação também reduz o desenvolvimento de novas lesões em pacientes com doenças cardíacas”, explica o ministro José Gomes Temporão.<br />
Com a assinatura da portaria, o elenco do programa passa a contar com 14 medicamentos. Atualmente, já são oferecidos remédios contra diabetes, além de anti-hipertensivos e anticoncepcionais. O Brasil possui 11.905 drogarias conveniadas, com uma cobertura populacional de 118 milhões de brasileiros.<br />
PRESSÃO ALTA – O Ministério da Saúde enfrenta o avanço da hipertensão por meio da ampliação no acesso a anti-hipertensivos e ações de prevenção e promoção da saúde. Nos últimos três anos, o número estimado de pessoas que compraram esse tipo de medicamento pela rede Aqui Tem Farmácia Popular cresceu 78%. Em 2007, 1,5 milhões de pacientes adquiriram anti-hipertensivo mais barato nas drogarias conveniadas. No ano passado, o número de pessoas beneficiadas com o desconto ao comprar o remédio subiu para 2,8 milhões.<br />
O programa Aqui Tem Farmácia Popular oferece medicamentos com cinco princípios ativos para tratar a hipertensão: maleato de enalapril 10 mg, atenolol 25 mg, captopril 25mg, hidroclorotiazida 25 mg e cloridrato de propranolol 40 mg. O Brasil possui 11.905 drogarias conveniadas ao programa.</p>
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		<title>Pesquisa do IBGE revela que aprovação dos serviços de saúde no Brasil supera 86%</title>
		<link>http://multiplasaude.com.br/2010/04/pesquisa-do-ibge-revela-que-aprovacao-dos-servicos-de-saude-no-brasil-supera-86/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 14:53:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adm.fabiano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Cresce procura por postos de saúde • Saúde da Família alcança mais da metade da população • Mais mulheres fazem mamografia e brasileiro vai mais ao dentista • Número de fumantes cai pela metade

A aprovação dos serviços de saúde no País chega a 86,4%, aponta a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2008, divulgada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Cresce procura por postos de saúde • Saúde da Família alcança mais da metade da população • Mais mulheres fazem mamografia e brasileiro vai mais ao dentista • Número de fumantes cai pela metade</p>
<p><span id="more-112"></span></p></blockquote>
<p>A aprovação dos serviços de saúde no País chega a 86,4%, aponta a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2008, divulgada nesta quarta-feira (31). Dos 26,7 milhões de brasileiros que se consultaram na rede pública ou privada nas duas semanas anteriores ao levantamento, mais de 23 milhões consideraram “muito bom ou bom” o atendimento recebido. Quase 57% dos entrevistados usaram o Sistema Único de Saúde (SUS). O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, considerou importante os avanços apontados no estudo do IBGE, que mostra ainda a ampliação do acesso à rede pública de saúde – mais consultas, mais exames preventivos e maior cobertura da Estratégia Saúde da Família.<br />
De acordo com a PNAD 2008, cerca de 80 milhões de pessoas procuraram postos e centros de saúde naquele ano – o que corresponde a 56,8% da população que vai regularmente ao médico. Em 1998, a proporção era de 41,8%. Se por um lado aumentou a utilização das unidades básicas de saúde, por outro lado, a procura por ambulatórios de hospitais caiu. Apenas 12,2% das pessoas recorrem normalmente aos serviços ambulatoriais. Em 1998, a proporção era de 21,5%. <br />
Essa queda ilustra uma mudança na mentalidade dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). “No passado, o hospital era visto como a referência, o centro do atendimento público. Com a organização que estamos conseguindo imprimir gradualmente na rede, os postos e centros de saúde são considerados a porta de entrada do SUS”, afirmou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, durante o lançamento da PNAD 2008 nesta quarta-feira (31), no Rio de Janeiro.<br />
 <br />
Postos e centros de saúde realizam prevenção, diagnóstico de doenças e vacinação. A crescente procura por esses locais é resultado da integração da atenção básica com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), que atendem os casos de urgência no intuito de desafogar os hospitais.<br />
 <br />
SAÚDE DA FAMÍLIA – O reforço na Estratégia Saúde da Família (ESF) também contribui com a maior procura pelas unidades básicas de saúde. Os agentes comunitários vão de casa em casa para orientar a população sobre práticas de vida saudável. Eles também explicam a importância de recorrer ao posto para prevenir doenças, evitando complicações e internações em hospital.<br />
 <br />
A PNAD 2008 revela que 27,5 milhões de casas estão cadastradas na Estratégia da Saúde da Família (ESF). São 96,5 milhões de pessoas cobertas – o que corresponde a 50,9% da população. Os dados confirmam a expansão do programa, conforme já anunciado pelo Ministério da Saúde.<br />
 <br />
As famílias de menor renda são as principais beneficiadas: 54% das pessoas atendidas têm rendimento de até dois salários mínimos. As regiões Nordeste e Norte têm a maior cobertura: 67,7% e 53% dos habitantes, respectivamente. O ministro José Gomes Temporão lembra que os Estados Unidos estão seguindo o exemplo da Europa e do Brasil, depois que o presidente Barack Obama conseguiu aprovar no Congresso a reforma do sistema de saúde. /O novo modelo de saúde norte-americano tenta fugir de um sistema que produz desigualdade para se aproximar de um modelo universal, como o SUS/, avaliou.<br />
 <br />
EXAMES PREVENTIVOS – De acordo com a PNAD 2008, a proporção de mulheres de 50 a 69 anos que se submetem a mamografia cresceu de forma expressiva em cinco anos, atingindo 71,5%. Em 2003, 54,8% das brasileiras nessa faixa etária tinham feito o exame.<br />
 <br />
O acesso e a cobertura do exame para detectar o câncer de colo de útero também foram ampliados no Brasil. Aproximadamente 49 milhões de mulheres com 25 anos ou mais fizeram o papanicolau em 2008 – 84,5% da população feminina nessa idade. Em 2003, a proporção era de 79%.<br />
 <br />
O Instituto Nacional do Câncer (Inca) apoia os estados na formulação de políticas públicas para ampliar o acesso ao papanicolau, para mulheres a partir de 25 anos, e à mamografia, para mulheres a partir dos 50. O Inca estabelece padrões de qualidade para esses testes e monitora os resultados por meio de sistemas de informação.<br />
 <br />
SAÚDE BUCAL – A proporção de brasileiros que nunca se consultaram com um dentista caiu para 11,7%, em 2008. Em 1998, a taxa era de 18,7%. A PNAD 2008 também aponta que a procura por atendimento bucal cresceu de 31,1% da população, em 1998, para 40,4%, em 2008.<br />
 <br />
Os números do IBGE reforçam os resultados positivos do programa Brasil Sorridente, criado em 2004 pelo Ministério da Saúde para melhorar a assistência odontológica dos brasileiros. O investimento na área cresceu quase nove vezes de 2002 a 2009 – passando de R$ 56,9 milhões para R$ 504 milhões. Nesse período, a cobertura do atendimento de saúde bucal saltou de 26,1 milhões para 91,3 milhões de pessoas.<br />
 <br />
REDUÇÃO DO TABAGISMO – Em 20 anos, a proporção de fumantes no País caiu praticamente pela metade. 17,2% dos brasileiros fumavam, em 2008, contra 33% em 1989. Ainda segundo a PNAD 2008, 65,8% das pessoas nunca experimentaram cigarro e 13,3% deixaram o vício.<br />
 <br />
Os dados respaldam a política de controle do tabagismo do Instituto Nacional do Câncer (Inca). No intuito de reduzir a atratividade do produto, o Ministério da Saúde passou a inserir imagens de advertência mais explícitas sobre os males causados pelo fumo nas carteiras de cigarro. O MS também limitou a publicidade da indústria do tabaco.<br />
 <br />
Fonte: Agência Saúde</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Brasil acelera redução de gravidez na adolescência</title>
		<link>http://multiplasaude.com.br/2010/03/brasil-acelera-reducao-de-gravidez-na-adolescencia/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 17:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adm.fabiano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Número de partos de adolescentes pelo SUS caiu mais de 22% na segunda metade da década passada. Entre 2000 e 2009, queda foi de 34,6%.

O ritmo de queda no número de partos na adolescência acelerou nos últimos cinco anos na rede pública. Dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que a quantidade desses procedimentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Número de partos de adolescentes pelo SUS caiu mais de 22% na segunda metade da década passada. Entre 2000 e 2009, queda foi de 34,6%.</p></blockquote>
<p><span id="more-111"></span><br />
O ritmo de queda no número de partos na adolescência acelerou nos últimos cinco anos na rede pública. Dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que a quantidade desses procedimentos em adolescentes de 10 a 19 anos caiu 22,4% de 2005 a 2009. Na primeira metade da década passada, a redução foi de 15,6%. De 2000 a 2009, a maior taxa de queda anual ocorreu no ano passado, quando foram realizados 444.056 partos em todo o País – 8,9% a menos que em 2008. Em 2005, foram registrados 572.541. Ao longo da década, a redução total foi de 34,6% (veja tabela).<br />
O Ministério da Saúde atribui essa tendência às campanhas destinadas aos adolescentes e à ampliação do acesso ao planejamento familiar. Só no ano passado, foram investidos R$ 3,3 milhões nas ações de educação sexual e reforço na oferta de preservativos aos jovens brasileiros. Nos últimos dois anos, 871,2 milhões de camisinhas foram distribuídos para toda a população. Qualquer pessoa pode retirar as unidades nos postos de saúde.<br />
Nesses locais, os adolescentes também recebem o apoio de um profissional de saúde para avaliar qual é o método contraceptivo mais adequado ao estilo de vida dos parceiros. Entre as opções, estão as pílulas anticoncepcionais, a injeção de hormônios e o DIU. A dupla proteção – o uso do método contraceptivo associado ao preservativo – é recomendada para que, além de evitar uma gravidez, os jovens se previnam de doenças sexualmente transmissíveis (DST) e aids.<br />
A coordenadora de Saúde do Adolescente e do Jovem do Ministério da Saúde, Thereza de Lamare, avalia que o sistema público está cada vez mais preparado para receber adolescentes e dar orientações sobre a saúde sexual deles. Mesmo assim, o planejamento familiar nessa faixa etária ainda enfrenta resistência por causa de preconceito. “Até hoje, alguns adultos têm dificuldade de compreender que o adolescente é um indivíduo sexuado e, em seu processo de crescimento, ele vai descobrir e ter relações afetivas”, destaca. “Reconhecer os direitos sexuais e reprodutivos desse grupo é uma conquista do Brasil”.<br />
Atualmente, os adolescentes do sexo masculino vêm procurando cada vez mais o serviço público de saúde no intuito de retirar os preservativos. “Nossa prioridade agora é para que o rapaz seja envolvido em outras ações, inclusive nas situações de gravidez da parceira ou da namorada. Estimulamos que ele acompanhe o pré-natal e o parto, participando do dia a dia da companheira e cuidando da própria saúde”, explica Thereza de Lamare.<br />
EDUCAÇÃO SEXUAL –Em 2003, o governo federal iniciou uma série de ações de prevenção de DSTs em colégios públicos. Por meio de uma parceria entre os ministérios da Saúde e Educação, profissionais das equipes do Saúde da Família tornaram-se parceiros dos professores da rede pública e levaram para a sala de aula conteúdos de saúde sexual e reprodutiva. As atividades foram incorporadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE), implementado em 2008.<br />
Atualmente, o PSE é uma das ferramentas de conscientização dos estudantes de ensino médio para prevenir DSTs e evitar gravidez indesejada. Mais de 8 milhões de alunos de 54 mil escolas já foram orientados. Dessas, quase dez mil distribuem preservativos. O programa alcança atualmente 1.306 municípios brasileiros.<br />
Além disso, o MS começou a produzir as Cadernetas de Saúde do Adolescente no ano passado. A cartilha contém informações sobre temas essenciais para os mais jovens, como alimentação, saúde sexual e reprodutiva e uso de drogas. No total, foram entregues 4 milhões de cadernetas em 451 municípios. A previsão para 2010 é distribuir mais 5 milhões nos postos de saúde. O Ministério da Educação também vai enviar 6 milhões de cartilhas para as unidades básicas de saúde dos municípios onde foi implementado o PSE.<br />
DIFERENÇAS REGIONAIS –A maior redução no número de partos de adolescentes, nos últimos cinco anos, ocorreu na Região Nordeste (26%). Em 2005, foram 214.865 procedimentos contra 159.036 no ano passado. O Centro-Oeste vem em seguida, com 32.792 partos – 24,4% a menos que em 2005. Abaixo da taxa média de queda, estão: Sudeste (20,7%), Sul (18,7%) e Norte (18,5%).</p>
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		<title>Informações Seleção Pública SMS Ipatinga / Curso Preparatório</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 14:38:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adm.fabiano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Informamos que a Prefeitura Municipal de Ipatinga realizará seleção pública para preenchimento de 200 vagas na área da saúde, dentre elas para Médicos, Enfermeiros, ACS, Terapeutas Ocupacionais, Psicólogos, Nutricionista, Técnicos de Enfermagem, dentre outros.
As inscrições deverão ser realizadas via internet www.idecan.org.br das 0:00h do dia 22/02 até às 23:59h do dia 10 de Março. Provas INICIALMENTE [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Informamos que a Prefeitura Municipal de Ipatinga realizará seleção pública para preenchimento de 200 vagas na área da saúde, dentre elas para Médicos, Enfermeiros, ACS, Terapeutas Ocupacionais, Psicólogos, Nutricionista, Técnicos de Enfermagem, dentre outros.<br />
As inscrições deverão ser realizadas via internet <a href="http://www.idecan.org.br">www.idecan.org.br</a> das 0:00h do dia 22/02 até às 23:59h do dia 10 de Março. Provas INICIALMENTE agendadas para o dia 28/03 (conforme especifíca o edital que também está disponível no site indicado).<br />
   <br />
<strong>CURSO PREPARATÓRIO PARA SELEÇÃO PÚBLICA DA PREFEITURA DE IPATINGA – Carga horária de 15hs.<br />
 </strong></p>
<p><strong>MÓDULO</strong> I (9hs)<br />
 <br />
* Organização do Sistema de Saúde (nívies e distritos sanitários)<br />
* SUS (princípios e diretrizes, leis e portarias).<br />
* Controle Social.<br />
* Noções de vigilância à saúde.<br />
* Promoção, prevenção e proteção à saúde.<br />
 <br />
<strong>MÓDULO II (6hs)<br />
</strong> <br />
* Atenção Primária à Saúde<br />
* Pacto pela saúde.<br />
* Políticas Públicas de Saúde e a Estratégia Saúde da Família.</p>
<p>* Indicadores de Saúde<br />
* Noções básicas do Sistema de Saúde de Ipatinga<br />
 <br />
<strong>Ministrantes:<br />
</strong> <br />
Prof. Fabiano Moreira da Silva (Mestre em Saúde da Família, ex-secretário municipal de saúde de Ipatinga, docente da Faculdade de Medicina UNIVAÇO, tutor do Plano Diretor da Atenção Primária à Saúde – ESP/SES, Docente dos cursos de Pós-Graduação em Saúde Pública do UNIFOA-RJ) <br />
 <br />
Prof. Vinícius Lana Ferreira (Mestre em Saúde da Família, ex-Diretor do Departamento de Atenção a Saúde da SMS/Ipatinga, docente da Faculdade de Medicina UNIVAÇO, tutor do Plano Diretor da Atenção Primária à Saúde – ESP/SES<br />
 <br />
<strong>Local:</strong>  Hotel Independência  - Rua Novo Hamburgo, 485 -<br />
Veneza I – Ipatinga-MG (BR saída de Ipatinga para Governador Valadares).<br />
 <br />
<strong>Datas e horário</strong>:  Módulo I – 22, 23 e 24/03 de 18h30min às 21h30min.<br />
                              Módulo II – 25 e 26/03 de 18h30min às 21h30min.<br />
 <br />
<strong>Informações e inscrições:<br />
</strong> <br />
Dermall Medicina e Estética - Rua Machado de Assis, 28 – Cidade Nobre – Ipatinga-MG – Tel. (31) 3821-1595 (a partir das 13:30h)  / 9979-6562 ou através de depósito bancário – Banco do Brasil AG 1009-X C.C 72648-6 ou Banco Real AG 0154 C.C. 9746139-1 –  Enviando o comprovante de depósito escaneado, juntamente com todos os dados pessoais e de contatos, para o e-mail <a href="mailto:fabiano.educ@gmail.com">fabiano.educ@gmail.com</a>  ou via fax para o número (31) 3822-2092 aos cuidados do curso preparatório para seleção pública de Ipatinga.<br />
 <br />
<strong>Investimento:</strong> Módulo I – R$ 110,00 / Módulo II – R$ 100,00 – Desconto para os dois módulos: R$ 180,00. Descontos especiais para inscrições em grupos acima de 10 pessoas (consulte-nos). </p>
<p><strong>OBS: Todos os inscritos receberão CD room com contendo:  aulas ministradas e apostila do curso)  além de certificado de realização do curso.<br />
</strong>     <br />
 <br />
<strong><em>APOIO:</em></strong> Múltipla Consultoria e Treinamento em Saúde e Dermall Medicina Estética / Fisioclin Pilates</p>
<p><strong>RECOMENDAÇÃO DE CURSO DE PORTUGUÊS</strong></p>
<p>Prof.a. Bete Louro - Professora de Técnica de Redação Jurídica da Fadipa, professora aposentada de Português da E.E. João XXIII<br />
Informações: Rua Aleijadinho 274 apartamento 301. Cidade Nobre -Ipatinga<br />
Tel: 3821 -0213 ou 86044100<br />
<a href="mailto:betelouros@yahoo.com.br">betelouros@yahoo.com.br</a></p>
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		<title>Menores de dois anos poderão se imunizar contra doenças como meningites, pneumonias, sinusite e otite. Investimento é de R$ 552 milhões</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 03:22:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adm.fabiano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Menores de dois anos poderão se imunizar contra doenças como meningites, pneumonias, sinusite e otite. Investimento é de R$ 552 milhões

Duas novas vacinas serão incluídas no calendário básico de vacinação disponível na rede pública de saúde: a pneumocócica 10-valente e a anti-meningococo C. A primeira será oferecida a partir de março em todo o território [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Menores de dois anos poderão se imunizar contra doenças como meningites, pneumonias, sinusite e otite. Investimento é de R$ 552 milhões</p></blockquote>
<p><span id="more-108"></span><br />
Duas novas vacinas serão incluídas no calendário básico de vacinação disponível na rede pública de saúde: a pneumocócica 10-valente e a anti-meningococo C. A primeira será oferecida a partir de março em todo o território nacional e protege contra a bactéria pneumococo, causadora de meningites e pneumonias pneumocócicas, sinusite, inflamação no ouvido e bacteremia (presença de bactérias no sangue), entre outras doenças. A segunda será aplicada a partir de agosto e imuniza contra a doença meningocócica.<br />
 <br />
Nos primeiros 12 meses após a implementação, as novas vacinas serão aplicadas em crianças menores de dois anos de idade. A partir de 2011, elas farão parte do calendário básico de vacinação da criança específico para os menores de um ano. Depois de cinco anos do início dos novos programas de vacinação, em 2015, a previsão é sejam evitadas cerca de 45 mil internações por pneumonia por ano em todo o Brasil. Com isso, a média dessas internações por ano cairá de 54.427 para 9.185, uma redução de 83%.<br />
 <br />
“As inclusões das vacinas são um grande avanço para a saúde pública brasileira. Os imunizantes vão proteger a população contra doenças de grande e vão contribuir para a redução da mortalidade infantil e para a melhoria da qualidade de vida do brasileiro”, afirma o diretor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério, Eduardo Hage.<br />
 <br />
DOENÇAS– Principal causa de meningite bacteriana no Brasil, a doença meningocócica pode se manifestar como uma inflamação nas membranas que revestem o cérebro (meningite) ou como uma infecção generalizada (meningococcemia), que pode levar rapidamente à morte. Entre 2000 e 2008, o número de casos da doença caiu de 4.276 para 2.648, uma redução de 38% (veja quadro abaixo).  No mesmo período, o número de mortes por essa enfermidade caiu 47%, de 777 para 412. Essa redução pode ser atribuída à menor circulação do meningococo do sorogrupo B, uma vez que, entre 2001 e 2009, os 20 surtos de doença meningocócica no país tiveram como responsável o meningococo C.<br />
 <br />
O pneumococo, por sua vez, é a segunda maior causa de meningites bacterianas (pneumocócicas) no Brasil. Entre 2000 e 2008, manteve-se a média anual de 1.250 casos de meningite pneumocócica e de 370 óbitos por ano (veja quadro abaixo). O pneumococo também é o principal agente causador de pneumonias em todas as faixas etárias. O número de internações no SUS por essa doença caiu de 950.162, em 2000, para 695.622, em 2008 – redução de 26,8%.<br />
 <br />
INVESTIMENTO –Para a aquisição das duas vacinas em 2010, o Ministério da Saúde investirá R$ 552 milhões. Desse total, R$ 400 milhões serão destinados para 13 milhões de doses da vacina pneumocócica e R$ 152 milhões para 8 milhões de doses da meningocócica. As doses são suficientes para imunizar 6 milhões de crianças menores de dois anos de idade. O Ministério também vai comprar diretamente 13 milhões de seringas e agulhas, com investimento de R$ 1,4 milhão, para a aplicação da vacina pneumocócica.<br />
 <br />
Com o investimento, o Ministério alcança a meta do Programa Mais Saúde de introduzir duas novas imunizações no calendário básico, um ano antes da data prevista, 2011.<br />
 <br />
TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA – O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Reinaldo Guimarães, explica que as vacinas serão adquiridas diretamente de laboratórios nacionais. A pneumocócica será comprada do Laboratório Bio-Manguinhos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), graças a um acordo de transferência de tecnologia assinado entre o Ministério e o laboratório inglês Glaxo Smith Kline (GSK) no ano passado.<br />
 <br />
Já um acordo de transferência de tecnologia firmado também em 2009 entre a Fundação Ezequiel Dias (Funed), o governo de Minas Gerais, e a companhia farmacêutica suíça Novartis permitirá a compra da vacina pneumocócica diretamente da Funed. “Isso demonstra a vontade do SUS de aprimorar as ferramentas de prevenção e tratamento a serviço da população. São vacinas modernas e é muito importante que os laboratórios nacionais dominem essa tecnologia”, avalia o secretário.<br />
 <br />
Além desses contratos de transferência de tecnologia, nos últimos cinco anos, o Brasil começou a produzir vacina contra a gripe sazonal, contra o rotavírus humano e a tríplice viral (contra sarampo, rubéola e caxumba). Essas três vacinas responderam por 28,6% da produção nacional em 2008.<br />
 <br />
CALENDÁRIO BÁSICO – Com a introdução das vacinas, o Calendário Básico de Vacinação do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério passará a ter 13 tipos de vacinas para proteger contra 19 doenças (veja quadro abaixo). Além disso, a oferta total do PNI, considerando as imunizações especiais, passa a ser de 28 tipos de vacinas (nacionais e importadas). O número é 30% maior que em 2002, quando eram oferecidos 18 tipos. O crescimento deve-se principalmente ao investimento do país para desenvolver novas vacinas e ao aumento da capacidade de produção nos últimos anos.<br />
Para se ter ideia, o investimento brasileiro em pesquisas para o desenvolvimento e aprimoramento de vacinas aumentou mais de 1.216% em cinco anos. Em 2003, o governo federal investiu R$ 1,6 bilhão em estudos na área. Esse número saltou para R$ 21 bilhões em 2008. São recursos do Ministério da Saúde, com contrapartida de órgãos do governo de fomento à pesquisa – como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), UNESCO e fundações estaduais de apoio à pesquisa.<br />
 <br />
Novo Calendário Básico de Vacinação depois da inclusão da pneumocócica 10-valente e anti-meningococo C<br />
 <br />
1.      BCG (contra tuberculose)<br />
2.      Vacina contra hepatite B<br />
3.      DTP (contra difteria, tétano e coqueluche)<br />
4.      DTP+Hib (contra difteria, tétano e coqueluche e infecções por Haemophilus influenzae tipo B )<br />
5.      DT (dupla adulto – contra difteria e tétano)<br />
6.      Vacina Hib (infecções por Haemophilus influenzae tipo B)<br />
7.      Vacina contra poliomielite<br />
8.      Vacina contra rotavírus<br />
9.      Vacina contra febre amarela<br />
10. Tríplice viral (contra caxumba, rubéola e sarampo)<br />
11. Vacina contra Influenza (gripe)<br />
12. Vacina Pneumocócica (contra meningites bacterianas, pneumonias, sinusite, inflamação no ouvido e bacteremia)<br />
13. Vacina anti-meningocócica (contra doença meningocócica)<br />
 <br />
 </p>
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		<title>Brasil compra 83 milhões de doses de vacina contra gripe A pandêmica</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 02:07:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adm.fabiano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Total será disponibilizado por três fornecedores distintos. Mais recente acordo fechado pelo ministério prevê aquisição de 10 milhões de doses do Fundo Rotatório de Vacinas da OPAS. Imunização será feita em grupos prioritários a partir de março.

O Ministério da Saúde fechou acordo com três diferentes fornecedores de vacina contra o vírus da gripe pandêmica A(H1N1), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Total será disponibilizado por três fornecedores distintos. Mais recente acordo fechado pelo ministério prevê aquisição de 10 milhões de doses do Fundo Rotatório de Vacinas da OPAS. Imunização será feita em grupos prioritários a partir de março.</p></blockquote>
<p><span id="more-107"></span><br />
O Ministério da Saúde fechou acordo com três diferentes fornecedores de vacina contra o vírus da gripe pandêmica A(H1N1), o que garantirá ao país a aquisição total de 83 milhões de doses para sua estratégia de vacinação contra a gripe pandêmica, a ser realizada entre março e abril de 2010.   Os laboratórios enviarão as doses ao ministério de maneira escalonada, entre janeiro e março. O investimento total do Ministério da Saúde, responsável também pela distribuição das vacinas aos estados, é de R$ 1,006 bilhão.<br />
 <br />
Pelo mais recente contrato, firmado na última semana, o Fundo Rotatório de Vacinas da Organização Pan Americana de Saúde (OPAS) fornecerá 10 milhões de  doses para o Brasil, o que representará um investimento de US$ 70 milhões de dólares (US$ 7 por dose) – o equivalente a R$ 122,5 milhões.<br />
 <br />
O Ministério da Saúde já havia comprado, em novembro de 2009, o primeiro lote de vacinas, com 40 milhões de doses, fornecidas pelo laboratório Glaxo Smith Kline (GSK). A compra foi fechada a partir do menor preço apresentado pelos concorrentes em um processo de compra emergencial. O custo unitário da dose nessa compra foi de US$ 6,43 – representando investimento global de US$ 257,2 milhões (R$ 444,7 milhões).<br />
 <br />
Além disso, o Ministério da Saúde encomendou 33 milhões de doses do Instituto Butantan, cuja primeira remessa, de cerca de 600 mil doses, deve ser entregue à pasta nos próximos dias.  Essas doses foram negociadas pelo Ministério da Saúde, ao lado do Instituto Butantã, com o laboratório francês Sanofis-Pasteur – que já tem acordo de transferência de tecnologia com o Butantan para a vacina da gripe sazonal. O imunizante para gripe pandêmica que será fornecido pelo Butantan terá preço unitário de US$ 7,6 – representando investimento de US$ 250,8 milhões (R$ 438,9 milhões). Esse valor unitário, o mais alto, inclui o custo de transferência de tecnologia para produzir a vacina contra o vírus pandêmico.<br />
 <br />
Até o início de fevereiro, o Ministério da Saúde deverá anunciar, em detalhes, a estratégia nacional de vacinação contra a gripe pandêmica para o país. “O que é importante que todos saibam é que não há, neste momento, distribuição de vacina à população em nenhum estado brasileiro. As doses serão distribuídas nacionalmente quando houver estoque suficiente para viabilizar a estratégia de vacinação simultanamente em todo o país”, diz o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Gerson Penna.<br />
 <br />
Os grupos prioritários que receberão a vacina contra o vírus da gripe A (H1N1) serão estabelecidos com base em critérios epidemiológicos, observados durante a primeira onda da nova gripe, no inverno do ano passado; durante a segunda onda em curso no Hemisfério Norte; e em acordo com sociedades médicas, Conass (Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde) e Conasems (Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde), seguindo recomendações da Organização Mundial da Saúde. Entre os grupos prioritários estão grávidas, trabalhadores de saúde envolvidos no atendimento aos pacientes, crianças entre 6 meses e 2 anos, indígenas e pessoas com doenças crônicas preexistentes (cardíacas, pulmonares, renais, metabólicas etc.).<br />
 <br />
Todo o investimento na aquisição da vacina contra a gripe pandêmica (R$ 1,006 bilhão) é de responsabilidade do Ministério da Saúde. Esse valor equivale a todo orçamento do Programa Nacional de Imunizações, que oferece vacinas contra doenças como poliomielite, febre amarela, hepatite, tétano, difteria, entre outras. Os recursos vêm do crédito suplementar de R$ 2,1 bilhões, aprovado em outubro do ano passado por medida provisória, para ações de enfrentamento da gripe pandêmica.<br />
 <br />
O ministério também adquiriu 83 milhões de seringas e agulhas, ao custo de R$ 40 milhões. Os insumos serão distribuídos às Secretarias Estaduais de todo o país, durante a vacinação. Além disso, no final de 2009, foram repassados R$ 11 milhões para os Estados iniciarem a preparação da vacinação.<br />
 </p>
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		<item>
		<title>FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO</title>
		<link>http://multiplasaude.com.br/2009/12/feliz-natal-e-um-prospero-ano-novo/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 21:06:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adm.fabiano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Múltipla deseja a todos os seus clientes e usuários de seu portal, um Feliz Natal e um 2010 repleto de muita saúde, paz e realizações.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Múltipla deseja a todos os seus clientes e usuários de seu portal, um Feliz Natal e um 2010 repleto de muita saúde, paz e realizações.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>ATENÇÃO BÁSICA - Ministério libera R$ 225,4 milhões para a construção de 880 Unidades Básicas de Saúde</title>
		<link>http://multiplasaude.com.br/2009/12/atencao-basica-ministerio-libera-r-2254-milhoes-para-a-construcao-de-880-unidades-basicas-de-saude/</link>
		<comments>http://multiplasaude.com.br/2009/12/atencao-basica-ministerio-libera-r-2254-milhoes-para-a-construcao-de-880-unidades-basicas-de-saude/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 21:05:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adm.fabiano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://multiplasaude.com.br/?p=104</guid>
		<description><![CDATA[A meta é que em 2010 as novas estruturas estejam funcionando e possam receber as equipes de Saúde da Família. A atuação desses profissionais tem reduzido a mortalidade infantil no Brasil.

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, acaba de liberar R$ 225,4 milhões para construção de 880 Unidades Básicas de Saúde (UBS) em 779 municípios. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>A meta é que em 2010 as novas estruturas estejam funcionando e possam receber as equipes de Saúde da Família. A atuação desses profissionais tem reduzido a mortalidade infantil no Brasil.</p></blockquote>
<p><span id="more-104"></span><br />
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, acaba de liberar R$ 225,4 milhões para construção de 880 Unidades Básicas de Saúde (UBS) em 779 municípios. As UBSs (veja lista por estado) são os principais locais de atuação das equipes de Saúde da Família, que trabalham em ações de prevenção e reabilitação de doenças e manutenção da saúde nas comunidades. Todos os 26 estados do país e o Distrito Federal foram beneficiados. A expectativa é que, nos próximos dias, outros 200 municípios sejam beneficiados com a medida.<br />
“Essas unidades básicas de saúde são um grande avanço para a qualificação da atenção básica e terão impacto direto na saúde dos brasileiros. Com elas, será possível reforçar e melhorar o atendimento da população por meio do Estratégia Saúde da Família. Além disso, vão contribuir diretamente para o trabalho de redução da mortalidade infantil e controle de doenças crônicas, que vêm sendo feito pela atuação das equipes do Saúde da Família. A presença desses profissionais é de extrema importância para que mais mães e crianças vivam com saúde”, afirma Temporão.  <br />
O dinheiro deverá ser utilizado para a construção dessas unidades que contarão com consultórios médicos e odontológicos, banheiros e salas de espera. O custo das unidades é de R$ 200 mil – para locais onde serão acolhidas uma equipe de Saúde da Família – ou R$ 400 mil – no caso dos espaços com capacidade para receber três equipes. Os recursos para equipamentos dos postos são de responsabilidade dos municípios.<br />
Os investimentos são orientados pelo Plano Nacional de Implantação de Unidades Básicas de Saúde, que prevê a utilização de um valor total R$ 330 milhões para a construção de UBSs em 2009 e 2010.<br />
O secretário de Atenção à Saúde, Alberto Beltrame, explica que a ação vai fortalecer a Estratégia Saúde da Família. “É a primeira vez que o Ministério financia a construção de Unidades Básicas de Saúde nessa modalidade, por transferência fundo a fundo – o que facilita a execução e agiliza a implantação das unidades. Vamos aumentar a qualidade dos centros de saúde e ampliar o alcance do Saúde da Família. Além disso, com a padronização, fortalecemos a identidade das unidades e qualificamos a atenção primária à saúde”, afirma Beltrame.<br />
             <br />
CRITÉRIO – Para divisão do recurso, o Ministério levou em conta, no caso dos municípios com até 50 mil habitantes, os indicadores de Fundo de Participação dos Municípios (FPM), renda per capita, Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), além dos resultados da Política Nacional de Atenção Básica à Saúde. No caso dos municípios com população superior a 50 mil habitantes, a cobertura do Saúde da Família foi o principal critério de seleção. O empenho para redução da mortalidade infantil foi observada nos dois perfis.<br />
 “Tentamos atender todos os municípios que solicitaram o suporte no site do Fundo Nacional. As demandas foram acolhidas de acordo com o teto estabelecido para cada perfil de município. Dessa forma, a maior parte das solicitações teve resposta positiva”, explica a diretora do Departamento de Atenção Básica (DAB) do Ministério da Saúde, Claunara Schilling Mendonça.<br />
Com intuito de incentivar novas adesões ao Saúde da Família, mas também prestigiar as localidades que já fazem parte do programa, o ministério dividiu o aporte da seguinte maneira: municípios com até 50 mil habitantes, que têm 70% da população com acesso ao Saúde da Família, ganharão uma nova Unidade Básica de Saúde para melhorar o trabalho das equipes já existentes. Municípios com essa faixa populacional, mas, com cobertura menor do que 70%, precisam se comprometer com a inclusão de uma nova equipe para ter direito ao benefício. No caso dos municípios com mais de 50 mil habitantes, a referência foi de 50% da população com acesso ao programa.<br />
 <br />
REPASSE - Para garantir mais agilidade na construção das Unidades Básicas de Saúde, o Ministério adotou uma nova estratégia de repasse dos recursos. A transferência dos valores será feita em três etapas: com a publicação das portarias que habilitam o recebimento do dinheiro, a pasta encaminha 10% do valor estipulado. Depois que apresentarem comprovantes de contratação das empresas que realizarão a construção, receberão 65% do montante. Com a finalização da construção, serão depositados os 25% finais. Nos últimos dez anos, o repasse era feito por meio de convênio e a execução podia demorar até cinco anos para ser concluída.<br />
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SAÚDE DA FAMÍLIA<br />
A Saúde da Família é a principal estratégia do Ministério da Saúde para oferecer assistência básica à população. Equipes multidisciplinares – formadas por um médico, um enfermeiro e entre 5 a 12 agentes comunitários – atendem as famílias em ações de prevenção, recuperação, reabilitação de doenças, além de promoção e manutenção da saúde dessas comunidades. Os casos mais graves são encaminhados a unidades de saúde com melhor infra-estrutura.<br />
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UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE POR ESTADO<br />
Acre – 2<br />
Alagoas – 18<br />
Amazonas – 17<br />
Amapá – 1<br />
Bahia – 83<br />
Ceará – 70<br />
Distrito Federal – 4<br />
Espírito Santo – 7<br />
Goiás – 50<br />
Maranhão – 29<br />
Minas Gerais – 116<br />
Mato Grosso do Sul – 14<br />
Mato Grosso – 16<br />
Pará – 14<br />
Paraíba – 40<br />
Pernambuco – 55<br />
Piauí – 25<br />
Paraná – 65<br />
Rio de Janeiro – 36<br />
Rio Grande do Norte – 16<br />
Rondônia – 8<br />
Roraima – 3<br />
Rio Grande do Sul – 36<br />
Santa Catarina – 45<br />
Sergipe – 7<br />
São Paulo – 87<br />
Tocantins – 16<br />
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Total: 880</p>
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